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Só 24% dos baianos têm 2º grau completo
 
Sábado, 19 de Setembro de 2009  
 

O número de pessoas com pelo menos 11 anos de estudos, equivalente à conclusão do segundo grau, passou de 22,52% da população baiana, em 2007, para 24,31%, em 2008, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A taxa aumentou 1,8%, o que representou a maior ampliação dos últimos cinco anos. Ainda assim, o tempo médio de estudos dos baianos – em média 5,6 anos – está entre os mais baixos do País, o que ajuda a explicar outro dado que emerge da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad) divulgada ontem: os trabalhadores daqui receberam em 2008 R$ 700 por mês, a quarta pior renda do País.

“Essa situação de estar entre as piores rendas infelizmente não me surpreende”, lamenta o presidente do Conselho Regional de Economia, Paulo Dantas da Costa. Há mais de 20 anos ele trabalhou no cálculo do Fundo de Participação dos Estados. “Uma das variáveis para definir a maior participação é justamente a menor renda, e a Bahia sempre esteve entre os maiores beneficiados”, lembra o economista.

O índice de Gini, que mede a diferença entre quem tem mais e menos renda, coloca a Bahia entre os estados mais desiguais do País, com 0,543, onde 1 é o máximo possível.  Nesta comparação, o Estado de Rondônia é o que apresenta as menores diferenças entre ricos e pobres, com um indicador de 0,423.

De acordo com o presidente do Corecon, existe uma correlação direta entre os baixos indicadores de renda e a situação social. “A Bahia carrega indicadores sociais altamente negativos”, ressalta.  Para ele, a questão da renda só será melhorada quando o problema da educação, ou melhor, da falta dela, estiver resolvido.

Mesmo com a persistência de velhos problemas, a pesquisa que mede os principais indicadores sociais brasileiros no ano aponta um cenário de melhorias nas condições de vida da população.

Para o coordenador de disseminação de informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Joilson Rodrigues, é importante lembrar que houve avanços nos principais indicadores sociais. O crescimento no número de pessoas com acesso ao ensino, por exemplo, via o maior número de vagas nas instituições de ensino superior, seria uma indicação da mudança. “Isso tem facilitado a continuação dos estudos para muitas pessoas”, garante.

 

Donaldson Gomes, do A TARDE

 


 
 
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