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Centenário de Guanambi (1919-2019): Da Vila de Beija-Flor a capital dos ventos
 
Sábado, 03 de Fevereiro de 2018  
 

O objetivo do presente artigo é comemorar o Centenário de Guanambi e resgatar a história econômica, política, cultural e social do município, abordando os aspectos da pré-história e período colonial, bem como o processo de ocupação do Rio São Francisco. A Vila de Beija-Flor pertenceu ao município de Palmas de Monte Alto e teve uma vinculação histórica com antiga Capital do Sertão – Caetité. Em 1919, Guanambi emancipou-se, transformando na Capital do Algodão e, hoje, é a principal cidade do sertão baiano – Capital dos Ventos.

PRÉ- HISTÓRIA

 Refletir sobre a história de Guanambi significa pesquisa o passado, olhar o presente e pensar o futuro. A História estuda e expressa o contexto histórico de cada época.

O historiador em sua pesquisa investiga e interpreta as ações humanas, ao longo do tempo, através de várias fontes, informações, pistas, ideias e realizações dos seres humanos, baseado nas fontes escritas (inscrições, documentos públicos, cartas, livros, jornais, revistas, entre outros) e não-escritas (pinturas, filmes, fotografias, esculturas, utensílios, computadores e depoimentos de pessoas e entrevistas – história oral).

A periodização histórica de Guanambi visa ordenar os acontecimentos e temas analisados. O período anterior à invenção da escrita foi chamado de Pré-história e abrande desde o surgimento do homem primitivo.
           
► SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS DA BARRAGEM DO POÇO DO MAGRO EM GUANAMBI

► SÍTIO ARQUEOLÓGICO 1 - BARRAGEM DO POÇO DO MAGRO

► SÍTIO ARQUEOLÓGICO 2 - AVENIDA WALDIR PIRES

► SÍTIO ARQUEOLÓGICO 3 -  BARRAGEM DO POÇO DO MAGRO

► BR-122 GUANAMBI/CANDIBA

► SÍTIO ARQUEOLÓGICO 4 - BARRAGEM DO POÇO DO MAGRO - FÓSSEIS E RESQUÍCIO DE LANÇAS

► SÍTIO ARQUEOLÓGICO 5 - PEDRA DO ÍNDIO - INSCRIÇÕES RUPESTRES E RESQUÍCIO DE CERÂMICA

Em Guanambi, temos uma série de vestígios do homem pré-histórico com achados de sítios arqueológicos com fósseis, instrumentos, pinturas rupestres, entre outros.

A Pedra do Índio e suas inscrições rupestres e as recentes descobertas de sítios arqueológicos e de fósseis fornecem pistas objetivas da presença do homem primitivo em Guanambi e região.

O Homo sapiens migrou para a América e eram caçadores, coletores e nômades (povo que se desloca constantemente de uma região para outra) – Período Paleolítico, produzindo grandes transformações em sua forma de vida com a prática da agricultura, a domesticação e criação de animais e a organização dos primeiros núcleos urbanos (nova idade da pedra) – Período Neolítico.

No processo de evolução, a espécie humana desenvolveu habilidades, técnicas e criou instrumentos, através do trabalho e a produção de bens materiais (habitações, vestimentas, meio de transporte etc.) e não-materiais (costumes, religião, arte, ciência etc.).

O ÍNDIO

Segundo o historiador Luís Henrique Dias Tavares – História da Bahia, é quase impossível localizar com exatidão as diversas tribos que viveram no território da Bahia: tupis, jês e cariris, pois eram nômades, e descolavam-se sempre de uma região para outra. As notícias de Gabriel Soares de Souza e de Azpilcueta Navarro indicam que os jês ocupavam o interior.

A presença do índio em Guanambi e região é uma marca do processo de evolução do homem. Nas aldeias, os índios utilizavam da cerâmica – argila e fogo; tecelagem (vestimentas de peles de animais – couro, linho, algodão e lã – fiar e tecer; criação de animais e cultivo agrícola; construção de casas utilizando madeira, barro e pedra.

O historiador guanambiense Dário Teixeira registra a presença dos índios no antigo Gentio (Ceraíma). A palavra Gentio significa aquele que não é civilizado, selvagem - gentio bárbaro. O índio não aceitou o processo de escravidão no Brasil Colônia. Somente algumas poucas tribos indígenas sobreviveram ao extermínio praticado pelos portugueses, fruto do trabalho dos padres jesuítas e dos frades franciscanos, carmelitas e beneditinos. Foram eles que reuniram índios em aldeias e missões.

O cultivo de milho, feijão, mandioca, abóbora, maracujá e tabaco são heranças dos povos indígenas na região.

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