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“Dicas sobre investimentos”
 
Sexta, 23 de Julho de 2010  
 

Nossa vida é feita de sonhos de consumo, quando aprendemos a investir transformamos pensamentos em ações de realização.
         
Um dos segredos do sucesso financeiro é definir objetivos e ter disciplina. Quer evitar erros, coloque no papel ou em uma planilha tudo que deseja, verifique o retorno das suas aplicações e atentar a prazos (ignorar o tempo pode levá-lo ao insucesso). Cuidado com indicações de amigos. Estude o mercado financeiro.
         
Importante é considerar os impostos de cada tipo de aplicação e nunca ter excesso de confiança. Investir exige metas claras sobre o futuro.
         
A primeira regra para o sucesso financeiro é colocar o orçamento familiar sob controle, gastando menos do que ganha e conseguir uma poupança.
         
Na hora de aplicar ter em mente que para ter um veículo de R$ 20.000,00 devo economizar durante 3 anos, com uma taxa de retorno de 1%, o valor de R$ 464,30. Quando faço o inverso, ou seja, compro o veículo financiado e faço uma dívida de longo prazo, os mesmos 20 mil, não saem por menos de R$ 545,46 ao mês (principal + juros médios de julho/10 para compra de veículos) em 60 meses (5 anos). Portanto, quando planejamos, aprendemos como o mercado funciona, o resultado é a melhoria da qualidade de vida família e aumento patrimônio pessoal. No exemplo acima, teríamos que poupar R$ 16.714,80 para ter R$ 20.000,00 após 3 anos, já no financiamento teria que desembolsar R$ 32.727,60, ou seja, quase o dobro.
         
Dar o devido valor ao dinheiro é importante para a busca do sucesso financeiro.
         
Se você é do tipo que não quer esperar tanto pelo bem e nem pagar o dobro ou o triplo do que ele custa à vista, neste caso a solução é o consórcio, as taxas de administração giram em torno de 15% a 20%, com a possibilidade de resgate do bem a qualquer tempo, os consórcios foram facilitados com a opção do FGTS, no caso de moradias. A sorte ou lance contribuem para aquisição antecipada. Em momentos de crise há um aumento por este tipo de instrumento de investimento, além ser uma boa opção de compra, existe a atualização do valor do bem. Muitos preferem o consórcio por ter dificuldade de fazer a gestão do próprio recurso, como que uma opção de poupança obrigatória administrada por uma empresa profissional, o que elimina considerável parte dos riscos. Se possível inclua um seguro de vida no pacote.
          
Aplicações em DI ou Renda Fixa negociar as taxas de administração tem bancos cobrando até 4% para administrar o seu dinheiro negocie, pois, as mais baixas estão em torno de 1%. Como estas aplicações acompanham a Taxa SELIC, com base na taxa de juros de hoje que está por volta de 10,7%, o banco que cobrar 4% de taxa, descontando o fator tributário a remuneração será em torno de 6,7% ao ano e no banco que cobrar 1%, ao final de um ano a receita líquida pode chegar a 9,7%. Um ganho de 3% sobre o capital aplicado em um ano é algo a ser considerado.
       
Aplicar em bolsas, diminuindo os riscos, um exemplo é o ETFs – Exchange Traded Funds, que são fundos que acompanham os índices acionários de um pacote de empresas, geralmente com taxas de administração que variam de 0,54% a 1%, com rentabilidade muito maior que o DI. Entre estes fundos estão BOVA, SMAL, MILA, PIBB, todos negociados na BM&FBovespa, além de outros, dos quais, aconselho a consultar uma corretora de valores e solicitar as principais indicações de retorno.
Rendimentos do passado não garantem o futuro, portanto diversificar as aplicações diminui os riscos.
        
A poupança fica isenta de impostos para aplicações de até R$ 50.000,00, acima disto haverá incidência tributária da diferença a maior apresentado na declaração de Imposto de Renda e seguirá uma tabela redutora, variando de acordo com o percentual da SELIC vigente do período. Em torno de 99% dos aplicadores desta modalidade não sofreram o impacto das novas regras. Este tipo de aplicação é a mais conservadora e  garantida pelo governo.
        
Risco e emoção andam juntos, aplicar em ações para ter retorno maior é aconselhável para aplicações de longo prazo, acima de 3 anos, estabelecendo-se limites de perdas. No mercado literário brasileiro já é possível comprar livros e revistas que orientam sobre o assunto com detalhes, chamados de investimentos inteligentes.
         
Compra de moedas, não existe retorno financeiro, os valores alteram pela valorização ou desvalorização cambial das mesmas, algumas pessoas gostam de comprar moedas internacionais, como dólar, mas as oscilações podem comprometer seu capital, com risco e volatilidade alta.
         
Ouro tem perdido seu valor de face nos últimos 10 anos, remunerando parte dos recursos com a variação do mercado internacional, mesmo com alguns investidores globais incentivando o consumo do metal vêm sofrendo fortes oscilações.
         
Veículos não são considerados como investimento, este é um bem de consumo, como a TV de sua casa, apesar de ter valor comercial, somente os profissionais do setor conseguem lucrar.
         
Franquias, desde que bem administradas podem representar uma boa opção de retorno financeiro em médio prazo.
         
Patentes, dependem do tipo de produto patenteado e do valor da tecnologia que terá que ser desenvolvida. Obras de arte, jóias, coleções raras (livros, moedas, selos, antiquários e outros), existem verdadeiras oportunidades neste seguimento, porém é preciso mais que o estudo técnico especializado, faz-se necessário tino comercial, boa dose de marketing e distribuir nos veículos adequados para obter retornos adequados.
         
Títulos de capitalização, necessidade de verificar o contrato do título para observar a taxa de remuneração, geralmente eles corrigem apenas parte do capital, ao final perde para a rentabilidade das cadernetas de poupança, mas existem exceções que valem à pena, portanto analisem com cuidado os contratos.
        
Viajem, faça um pacote turístico com meses de antecedência, parcele e conquiste descontos consideráveis, sai por menos da metade do preço de quem deixa para a última hora, você economiza com hotéis e transporte.

 

Welinton dos Santos é Economista e Psicopedagogo.


 
 
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