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“A liberdade do Homem”
 
Domingo, 04 de Julho de 2010  
 

Este é um momento de muita reflexão sobre os nossos valores, a atenção as nossas atitudes, gestos e pensamentos, lembrar de nossos entes queridos, a natureza e ao mundo.
        
Muitos de nós vivemos em uma sociedade, do qual, passamos por várias escolas, com sistemas escolásticos, teorias reprodutivistas francesas, de capital humano, da desescolarização de Illich, dentre tantos outros conhecimentos que verteram sempre na nossa estrutura mecânica de vida social, punindo o autodidata, controlando e modelando o conhecimento, baseado em princípios impostos de uma burocracia dominante.
        
A Humanidade que se submeteu à ditadura do capitalismo desenfreado sofre as consequências dos desafetos com a natureza, numa busca incessante e egoísta pela riqueza individualista que foi ensinada desde nossas heranças jesuístas de ensino escolástico, que tinha controle absoluto sobre os conteúdos, que prevalece até os dias atuais. Este conteúdo impõe-se à verdade consciente, sob o pressuposto de uma realidade de cunho purificadora religiosa, individualista e voluntarista, com restrições a liberdade, a espontaneidade, a criatividade e a participação ativa do conhecimento. O resultado disso foi à divisão social desequilibrada, em quadros burocráticos, arcaicos e sem estruturas de valores ideais focados na necessidade de trocas entre indivíduos, a família, a sociedade, em relações cordiais de felicidade e desempenho coletivo ao bem comum. O artificial passou a ser considerado um ideal, na busca incessante de bens materiais em detrimento a valores espirituais que enriquecem e perpetuam o bem das ações coletivas de interação social.
           
Nesta complexa máquina de erros, o Homem, precisa manter um super organismo vivo que são as cidades, num ritmo acelerado de produção para atendimento de consumos infinitos, baseados em valores às vezes, contrários ao bom senso de sobrevivência humana sobre o planeta, numa fome insaciável, infeliz de ter em vez de ser, provocando a dependência numa fonte insaciável material, a infelicidade, a desigualdade social e confusão do conhecimento necessário a construção de uma sociedade mais justa e humanitária, baseada em valores da vida e do amor.
          
Neste pressuposto pergunto: - quanto você está apaixonado pela própria vida?
          
O momento é de liberdade, o Homem, não pode mais ficar a mercê de imposições dos conhecimentos, de amarradas da corrupção, de atos inconsequentes sobre a natureza, de desamores sobre outros seres vivos, da falta de visão da realidade bruta e cruel que acontece nos quatro cantos do mundo, onde infanticídios ocorrem a todo instante ou em celas de presídios em que Seres Humanos são mortos para aumentar o espaço na cela, ou ainda, produtos contaminados jogados nas águas, morte inconsequente de animais em prol de riqueza ou derrubada de árvores em favor de alguns contra o ar que abastece a Humanidade.
           
Chegou à hora de todos se unirem em prol de uma nova sociedade baseada em valores reais de união e não de divisão, em que todas as religiões devem comungar para o bem da coletividade, pois, todos somos filhos do mesmo solo e moramos no mesmo planeta, devendo respeitar os direitos coletivos sobre os individuais, ao mesmo tempo criar formas de equilíbrio financeiro e abundância a todos os povos, baseados em lastro de sustentabilidade.
            
Não há tempo para novos estudos, mas sim para novas atitudes, novos valores, novas compreensões em construção do bem ao próximo, afinal de que adianta eu viver em um palacete se o mundo estiver em ruínas e não ter como receber o amor de ninguém. Duras realidades afetarão o mundo nos próximos dias, em virtude do destino que traçamos ao desrespeitar a mãe Terra, mas ainda existe uma esperança, a de solidariedade entre todos os que leem este artigo e peço para tenham mais paciência, tolerância com as diferenças, atenção para com seus entes queridos e perseverar na fé, no amor e no respeito ao próximo. Como em uma estrada, os caminhos estão traçados, é necessário ter as mãos o veículo condutor do amor, para a vitória da luz em nossas vidas. Faça o seu coração cantar ao nascer do Sol, veja crescer o jardim, abrace seu filho, contemple teus entes queridos, vibre com os sons e cheiros das flores, afinal o mundo pode sentir a sua beleza e o seu amor. Estou torcendo por todos nós!

 

Welinton dos Santos é economista e psicopedagogo


 
 
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